| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Justiça solidária O mundo capitalista também é o mundo individualista. A pressa para trabalhar, para terminar as atividades, para ganhar dinheiro, entre outras coisas, faz da solidariedade, das boas ações, do fazer bem, uma exceção que ganha destaque quando deveria ser algo comum. Na edição de hoje, um bom exemplo de pessoas que vivem outra realidade, a partir, somente, da vontade de fazer bem (confira na página 4). Glenn e Mariane - ele defensor público e ela acadêmica de enfermagem - são um casal jovem, que deixa de lado o conforto dos sábados, que seria de descanso, e de curtir o filho de apenas três anos, para ajudar pessoas que trafegam no Terminal Urbano de Rio Branco. Eles chegam cedo, 7 da manhã, e param quando ninguém mais pede atendimento. defensor público leva a Justiça às ruas, onde, com formulários, os mesmos que usa na Defensoria, registra a necessidade de cada pessoa, para dali fazer as encaminhações necessárias. Ela também faz o bem - mede a pressão das pessoas e dá instruções sem fugir de sua competência. Além disso, durante a rotina de trabalho da semana, Glenn também faz diferente: ele vai mais cedo para a Defensoria, às 6 da manhã, para atender as pessoas que não podem faltar ao trabalho e ir mais tarde ao local. De acordo com as palavras do defensor, “fazer um pouco mais não gera gasto algum (...) vivemos em uma teia onde todos precisam um do outro. Ajudar é um dever”. Se o Brasil tiver mais outros ‘Glenn’, com toda certeza muitas melhorias acontecerão. Parabéns pela iniciativa! |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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