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Do Editor |
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Misteriosa, imponente, rica em sua diversidade, majestosa em sua cultura. A Amazônia, que possui a maior reserva de água doce do planeta, é observada, estudada, vivida, mas ainda desprotegida e massacrada pelos atos errôneos do homem - que ela alimenta. No Dia da Amazônia, o que se tem a comemorar é a sua existência, mas o que vale mesmo é refletir e agir para que sua conservação passe de utopia e teoria a uma prática permanente. Reclamar apenas que existem interesses de outros países em apropriá-la não é novidade nem solução, pois toda riqueza que garante a subsistência e representa poder é cobiçada. Vale então ao Brasil, a seu povo e seus governantes manter o grande patrimônio verde que está embrenhado em mata, solo e água. E é dentro da Amazônia, nas partes mais longínquas aos olhos da urbanização, que estão povos com o conhecimento que ensina a filosofia dessa preservação. Extrair apenas o que vai consumir e fazer isso de forma consciente, sabendo que a depredação esgota a fonte, é o que essa gente ensina de maneira simples em seus atos diários. A Amazônia está aí, oferecendo toda a riqueza que tem. Cabe a nós saber utilizá-la. Pesquisas e produção consciente de sua matéria-prima são um passo essencial nesse processo. |
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