| COTIDIANO | |
Baixa umidade relativa do ar preocupa Cuidados devem ser tomados para evitar incêndios, doenças respiratórias e desidratação, segundo a Defesa Civil Nacional |
![]() Coordenador do Departamento de Ciências da Natureza da Ufac, Alejandro Fonseca |
A Secretaria Nacional de Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional (Sedec) enviou alerta de baixa umidade do ar à Defesas Civil de 11 Estados e Distrito Industrial. Entre eles, o Acre também recebeu alerta por apresentar umidade abaixo de 30% nos últimos dias, apesar de o clima predominante da região ser quente e úmido. Segundo o coordenador do Departamento de Ciências da Natureza da Ufac, Alejandro Fonseca, a queda de umidade acontece nesta época do ano em razão da estiagem. Entretanto, ele afirma que a cada ano a umidade tem se apresentado cada vez mais baixa e o período atípico tem se estendido. “A estiagem do Acre sempre se apresenta a partir do mês de maio, se estendendo até o mês de agosto. Mas já estamos em setembro e ela parece ter se agravado”, destacou. Em épocas chuvosas, o Acre chega a alcançar a umidade de 100%. Oscilações entre 80% e 95% são consideradas comuns para o Estado. Já o registro da umidade abaixo dos 30% é algo que está fora das características da região, segundo o coordenador. “Essa baixa temperatura geralmente é registrada ao meio dia, que é quando a temperatura está muito alta”, completou. Na prática, o coordenador disse que a redução da umidade no Estado acontece da seguinte maneira: “Nesta época do ano os raios solares são muito mais intensos. Isso significa dizer que a evaporação da água que há na terra também é alta, e como não há chuvas, ficamos com a baixa umidade”, destacou. Alerta da Sedec - Diante das circunstâncias, a Secretaria Nacional de Defesa Civil desaconselha atividades ao ar livre e exposição ao sol entre as 10 e 17 horas, e também entre as 14 e 16 horas, período do dia em que a umidade do ar fica mais baixa. É recomendável a ingestão de bastante líquido para evitar problemas de desidratação. O alerta também vai para os riscos de incêndios florestais. A recomendação é para que a população não faça fogueiras nas proximidades de matas e florestas. Além disso, os motoristas que trafegarem por regiões sujeitas a incêndios deverão ter atenção redobrada devido à visibilidade reduzida pela fumaça. Com a divulgação de alertas, a Sedec pretende evitar a perda de vidas, danos ao patrimônio e ao meio ambiente e também incentivar a adoção de medidas preventivas pela população, governos estaduais e municipais. | |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
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