| COTIDIANO | |
Até quinta-feira, abastecimento de água será normalizado Adutora se rompe devido ao deslizamento de terra |
|
O rompimento das vigas de suporte da adutora de água bruta (700 mm), ocasionado pelo deslizamento de terra por onde passa a tubulação, foi o responsável pela interrupção do abastecimento de água para todo o Primeiro Distrito de Rio Branco desde o meio-dia do último sábado. Devido à cheia do Rio Acre, algumas áreas críticas do solo da cidade estão passando por esse tipo de problema, como Placas, São Francisco, Dom Giocondo e a região da Estação de Tratamento de Água (ETA 2), na Via Chico Mendes. Essa foi a explicação dada na tarde de ontem pelo diretor-presidente do Serviço de Abastecimento de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb), engenheiro Semy Ferraz. “Estamos tomando medidas emergenciais, como aterrar o local para montar a adutora no chão e, ainda hoje [ontem], os bairros mais próximos da Estação já começarão a receber água. Até quinta-feira, tudo já terá se normalizado”, garantiu. Como as chuvas deram uma trégua nesse fim de semana, foi possível realizar os trabalhos de recuperação da adutora. Outra medida de emergência anunciada foi a recuperação da ETA 1, para que, numa eventual circunstância semelhante a esta, o abastecimento não pare. “Provavelmente, quando o rio baixar, haverá outra movimentação brusca de terra”, alertou Ferraz. Somente os bairros do Segundo Distrito ficaram imunes à falta d’água, por causa do Sistema de Abastecimento da Judia. Problema previsto – Um estudo concluído em 2006, encomendado pela Prefeitura, aponta as principais áreas passíveis de deslizamento de Rio Branco, onde o solo formado por uma camada superficial de 2 a 16 metros de tabatinga é instável. A área de captação onde se encontra a ETA 2 é a mais crítica delas. “Foi dado o alerta na época, mas as obras já haviam sido concluídas”, admitiu Ferraz. Medida definitiva - Por isso, a autarquia, em parceria com o Estado e o Município, realizará uma obra definitiva no local, que deverá ficar pronta em 60 dias. “Vamos trocar a tubulação que passa por essa área instável por um tubo flexível, feito de PEAD (polietileno). Ao todo, o trecho mede 348 metros. Com isso, a tubulação se adaptará aos movimentos naturais, sem se romper”, explicou o engenheiro. Informações sobre a ETA 2 Adutora atual: Ferro fundido |
|
|
|
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| ESPORTE |
| POLÍTICA |
| NACIONAL |
| OPINIÃO |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |