OPINIÃO
   EDITORIAL

Do Editor

 

Toque de silêncio

Os órgãos ambientais do município e o Ministério Público Estadual (MPE) formaram uma força-tarefa para barrar a ação dos barulhentos, ou seja, os ruídos, vibrações e sons excessivos ou incômodos estão com os seus dias contados.

Já estava na hora de a população que clama por silêncio ser ouvida. As pessoas que moram perto de bares e praças há tempos reclamam do volume do som, inclusive dos carros turbinados, que estacionam próximo a residenciais sem que seus ocupantes se preocupem em preservar o sossego dos moradores.

De acordo com a lei que a força-tarefa do “silencio” tentará pôr em prática, os bares, boates e demais estabelecimentos terão que observar, em suas instalações, normas técnicas de isolamento de som para não incomodar a vizinhança.

Também fica proibida a emissão de ruídos e vibrações em zonas predominante ou exclusivamente residenciais após as 22 horas até as 6 horas do dia seguinte. Outra regra diz respeito ao uso de auto-falantes que causam poluição sonora na entrada das lojas comerciais e que incomodam o transeunte.

A população espera mesmo que o silêncio prevaleça e que os defensores do sossego ganhem a batalha contra o barulho excessivo que perturba os ouvidos do rio-branquense.

 

 
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Rio Branco-AC, 10 de janeiro de 2007
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