| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
Do Editor |
||
Toque de silêncio Os órgãos ambientais do município e o Ministério Público Estadual (MPE) formaram uma força-tarefa para barrar a ação dos barulhentos, ou seja, os ruídos, vibrações e sons excessivos ou incômodos estão com os seus dias contados. Já estava na hora de a população que clama por silêncio ser ouvida. As pessoas que moram perto de bares e praças há tempos reclamam do volume do som, inclusive dos carros turbinados, que estacionam próximo a residenciais sem que seus ocupantes se preocupem em preservar o sossego dos moradores. De acordo com a lei que a força-tarefa do “silencio” tentará pôr em prática, os bares, boates e demais estabelecimentos terão que observar, em suas instalações, normas técnicas de isolamento de som para não incomodar a vizinhança. Também fica proibida a emissão de ruídos e vibrações em zonas predominante ou exclusivamente residenciais após as 22 horas até as 6 horas do dia seguinte. Outra regra diz respeito ao uso de auto-falantes que causam poluição sonora na entrada das lojas comerciais e que incomodam o transeunte. A população espera mesmo que o silêncio prevaleça e que os defensores do sossego ganhem a batalha contra o barulho excessivo que perturba os ouvidos do rio-branquense. |
||
|
||
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VIA PÚBLICA |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |