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Da Redação  
FRASE

“O PT mal cabia no fusca do Nilson Mourão, na palma da minha mão ou na emoção do meu coração.”

Abrahim Lhé Farhat, fundador do PT


Ao Página 20

Li na coluna “Poronga” do dia 8, quinta-feira, que os estudantes teriam problemas para fazer suas pesquisas, pois não há na capital nenhuma biblioteca em funcionamento. Felizmente, essa informação não é real. A Biblioteca Pública Estadual deixou de atender seus usuários apenas por duas semanas - junho de 2006 -, quando foi desocupado o prédio para a reforma e o tempo para nos instalarmos, ainda que provisoriamente, à rua Franco Ribeiro, 77 (antigo Meta 2 - atrás da sede da Biblioteca Pública Estadual). Esse fato foi publicamente divulgado, tanto que mantemos até hoje o mesmo índice de atendimento.

Convém ainda esclarecer que no conjunto Tucumã, mais precisamente no Centro Cultural Tucumã, mantemos uma Biblioteca Pública sucursal que atende prioritariamente os estudantes da região.

Sabedor da nossa responsabilidade social, da importância de uma biblioteca e do nosso papel enquanto servidores públicos, o governo do Estado não deixaria de tornar acessíveis e disponíveis os serviços e instrumentos para a promoção do conhecimento, facilitando inclusive o acesso à internet gratuita, através do Programa de Inclusão Digital (GESAC), desenvolvido em parceria com o governo federal, a Secretaria de Estado de Educação e todo o suporte da Secretaria de Modernização e Tecnologia da Informação, com capacidade de atendimento simultâneo de até dez pessoas, instalado na Biblioteca.

Agradeço se nos derem a oportunidade de correção da informação veiculada neste matutino.

Respeitosamente

Helena Carloni, coordenadora estadual do Sistema de Bibliotecas Públicas do Acre


Estrela cheia

O PT, que comemora 27 anos de fundação hoje, nem de longe se assemelha ao partido no passado. A estrela da legenda inchou e cada vez mais fica parecida com os partidos tradicionais. São coisas produzidas por quem chega ao poder.

Chapa de 82

A primeira chapa para eleição majoritária no Acre foi formada por Nilson Mourão (governador) e Lhé (senador). A votação foi pífia na eleição de 1982. João Maia também concorreu a deputado federal. O hoje deputado estadual Elson Santiago (PP) disputou uma vaga na Aleac.

Primeira aliança

Vem de Acrelândia a primeira aliança formal entre o PMDB e o PT. Para recompor a base de seu governo, o prefeito peemedebista ofereceu duas secretarias aos petistas, que aceitaram prontamente. Falta as pastas e os nomes serem definidos. A junção de forças foi anunciada na Câmara de Vereadores.

Família Araújo

Hoje, o nome mais forte para vencer a prefeitura de Acrelândia é o do ex-prefeito Paulinho Araújo. Outro nome é o do seu filho, vereador Carlinhos Araújo, que concorreu a deputado estadual e mostrou que tem voto na região.

Sem extrativismo

Não deixa de ser curioso o Governo da Floresta III escolher Foz do Breu como referência. Na região não há castanheira nem seringueira. Ou seja: o extrativismo tradicional não é o forte na região.

Sono tranqüilo

Sérgio Petecão (PMN) disse à coluna que não está perdendo o sono porque seu nome apareceu na imprensa como sendo um dos parlamentares que responde processo no TSE. Segundo ele, a acusação se estende aos 24 deputados estaduais eleitos em 1994, que foram acusados de sonegação fiscal porque a direção da Aleac não tributava o Imposto de Renda sobre vantagens obtidas pelos deputados. “Sei que existem algumas aves de mau-agouro torcendo contra mim. Mas irão torcer em vão”, diz.

Máscara no chão

Quanto ao processo movido no ano passado por adversários políticos, no qual é acusado de comprar votos para se eleger, Petecão salienta que está esperando apenas o dia da audiência para desmascarar seus acusadores. “O feitiço vai se voltar contra o feiticeiro”, alerta.

Vilseu fica

Vilseu Ferreira, prefeito de Acrelândia, vai permanecer no PMDB. É o que garante o deputado federal e presidente regional do partido, Flaviano Melo. Pode até ser, mas o prefeito vem sendo namorado por lideranças de outros partidos.

Semente da discórdia

Pessoas mais habilidosas do que ainda resta da oposição não estão paradas. Elas se movimentam plantando sementes da discórdia dentro da Frente Popular. É por isso que as definições são importantes.

Falta projeto

Nunca é bom menosprezar os adversários, principalmente na política. Antes de qualquer análise, é sempre bom consultar os números. Mesmo sem ter um projeto de governo e de sociedade, a oposição acreana tem obtido votações expressivas. Se ela conseguir atrair descontentes da Frente Popular, a situação pode ser revertida.

Dois turnos

Para 2008, os partidos trabalharão de forma estratégica para tentar assegurar dois turnos. A previsão é de que, no próximo ano, o número de eleitores em Rio Branco ultrapasse os 200 mil.

Afinados

Chagas Batista (PC do B) e o ex-prefeito Jasone Silva (PT) têm conversado bastante nos últimos dias. O comunista e o petista trabalham pela unidade da Frente Popular nas eleições de 2008 em Tarauacá. Além do entendimento, os dois querem garantir a vitória e a governabilidade.

Cenográfica

Os agentes de viagem do Acre não querem ficar parados em frente da televisão vendo apenas a minissérie “Amazônia - De Galvez a Chico Mendes”. Eles esperam faturar com isso. Tanto que hoje, a partir das 8 horas, descem de barco até a cidade cenográfica. Vão conhecer as potencialidades para, dessa forma, vender pacotes aos turistas.

Se vira nos trinta

Tem gente que se aperreia muito rápido, principalmente nos meios de comunicação. Empresas já substituem jornalistas por mão-de-obra caseira, que, não por acaso, estudaram e estudam na área de comunicação. É a lei da sobrevivência.

Força do regimento

A coluna vai dar uma dica aos deputados novatos que debutam na Aleac: quem não quiser ficar de cara para o ar e ser engolido pelos mais antigos deve se aprofundar na leitura do regimento interno da casa.

 
 
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Rio Branco-AC, 10 de fevereiro de 2007
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Da Redação
 
 
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