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Vivarte conclui projeto de circulação Grupo teatral volta de caravana que levou espetáculos de rua para mais de dez municípios do Acre e Rondônia |
![]() Projeto de circulação teatral leva grupo Vivarte a 13 municípios |
Depois de 27 apresentações no interior do Acre e Rondônia, o grupo experimental de teatro de rua Vivarte retorna a cidade natal com novidades e novos projetos. O grupo embarcou no dia 1º de março para Porto Velho (RO), onde realizou a primeira apresentação do Circuito BR-364 - projeto aprovado no edital Caravana Funarte, disponibilizado pela Fundação Nacional de Arte (Funarte) em parceria com a Petrobras -, e contou com apoio da Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil, Fundação Elias Mansour, Grupo Imaginário (RO) e prefeituras de Jordão e Acrelândia. No trajeto até Sena Madureira, o grupo se apresentou em todos os municípios pelas quais passaram, incluindo um local não previsto. “Em Tarauacá nos solicitaram uma apresentação na Aldeia Kaxinawá, na Colocação Carapanã. Ao apresentarmos para os índios, ficamos surpresos em não receber aplausos no final do espetáculo, só quando estávamos nos despedindo. É uma outra forma de agir como público, uma outra forma cultural de se manifestar”, conta Maria Rita, diretora do grupo. Além das apresentações, os artistas realizaram oficinas de iniciação teatral para um público formado, em sua maioria, por crianças e profissionais da área da educação. Novas experiências e projetos - Em termos de experiência, Maria Rita conta que foi uma oportunidade única, da qual o grupo nunca esquecerá. “Passamos oito dias dentro de um barco com 12 pessoas; vimos a alegria de gente que não tem acesso ao teatro; tivemos a gratificação de levar a arte para onde o povo está; a emoção de se passar por essas experiências é difícil de ser descrita”. Ao todo, durante os 13 lugares pelas quais passou, o grupo fez 14 apresentações do “Manuela e o Boto”, 13 do “Brincando Com Cordel” e 10 oficinas. “Em média de 20.000 pessoas assistiram a algum dos espetáculos ou participaram de alguma oficina”, diz Rita. “Tivemos contato com pessoas de outra concepção de mundo. Nos desligamos do telefone, do relógio, e outras coisas características da cidade”, completa. O grupo chegou em Rio Branco no último dia 16, e já investe em novas produções. “Pretendemos fazer documentário com as imagens feitas durante a caravana. Além disso, estamos programando o lançamento do nosso site, onde ficarão disponíveis as fotos e toda a trajetória do grupo”, explica a diretora. (Assessoria de Comunicação / FGB) |
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