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Selvagem, o longa de animação digital na Sessão Curumins Comédia de animação digital será apresentada amanhã, na Sessão Curumins do Theatro Hélio Melo |
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Esta comédia de aventura de animação digital totalmente exótica e selvagem conta com um elenco impressionante de dubladores - Kiefer Sutherland (no papel do respeitado líder, o leão Sansão), Greg Cipes (como o filho de Sansão, Ryan), Jim Belushi (como Benny, o esquilo escolado na malandragem das ruas de Nova York e melhor amigo de Sansão), Janeane Garofalo (como uma sensata girafa), Richard Kind (como uma sucuri meio sem noção), William Shatner (como um gnu ganancioso), e Eddie Izzard (como Nigel, um coala sarcástico) - e com uma animação de última geração que dá vida à história repleta de situações hilárias. O filme se torna ainda mais divertido acompanhado da música espetacular do compositor indicado a vários Oscars, Alan Silvestri (De Volta Para o Futuro, O Expresso Polar), na trilha contendo canções originais e já conhecidas por artistas de grande popularidade como Coldplay, Everlife, Lifehouse e Big Bad Voodoo Daddy. O ex-integrante do Monty Python, Eric Idle, e o compositor John Du Prez -- a dupla responsável pelo musical da Broadway indicado ao Tony, Spamalot -- compuseram e interpretam a canção “Really Nice Day” para o filme. Selvagem (The Wild) foi animado no Canadá no C.O.R.E. Feature Animation, de Toronto, um novo estúdio fundado pela C.O.R.E. Digital Pictures para produzir o filme com uma equipe internacional de 350 artistas e técnicos, incluindo mais de 50 animadores, do Canadá e de países de todo o mundo. A seqüência de abertura do filme, que inclui personagens digitais em 3D combinados com cenários estilizados em 2D, foi produzida em Dallas, Texas, pelo Reel FX Creative Studios. Segundo Goldman, “Nós queríamos que o nosso filme tivesse um visual diferente dos demais longas de animação digital que existem por aí. Queríamos que tivesse uma textura “pseudo-realista”, mas que ainda assim tivesse a licença poética de romper barreiras e viajar na fantasia. No nosso filme, os olhos dos personagens saltam fora das órbitas oculares e há muitas cenas com efeitos squash & stretch (de achatamento e elasticidade). Eles se comprimem e se expandem. Nossos animais podem pilotar barcos e fazer outras coisas que os bichos normalmente não fariam. E fazemos tudo isso num mundo que parece real. Isso permite aos cineastas criar situações hilárias nas quais inserem os nossos personagens, tornando o filme mais divertido para o público.” SERVIÇO Realização Governo do Estado/FEM. Theatro Hélio Melo – Av. Getúlio |
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