Promova a consciência e não
precisará discutir a liberação das drogas
De tempos em tempos se acende uma discussão no país sobre a liberação de drogas, a exemplo da maconha, que é geralmente o primeiro entorpecente a ser citado no histórico de “experimentação” daqueles que não escondem seu currículo na “drogadição”.
A discussão sobre o tema envolve o grande número de dependentes químicos e a ação indiscriminada dos traficantes que estrangulam as leis do Brasil e atravessam qualquer fronteira para continuar seu comércio ilícito e destruidor. Nesse caso, a existência da consciência coletiva poderia ir além da ação repressiva.
As pessoas que aprendem desde pequenas, na família e na escola, sobre os malefícios causados pelas drogas têm menos probabilidade de se envolver com as artimanhas dos traficantes. Isso significa que a boa informação ainda é o melhor remédio no sentido da prevenção.
Quanto mais se discute sobre um assunto, em específico, mais ele se difunde, e, conseqüentemente, vão se desfazendo os tabus e preconceitos que o rodeiam. As campanhas desenvolvidas nos dias atuais, por serem voltadas justamente para a conscientização e mudança de comportamento, renderão frutos a serem observados no curto, médio e longo prazos.
Os pais, professores, agentes de polícia e demais formadores de opinião, assim como os gestores, precisam estar bem informados sobre o assunto e, acima de tudo, precisam estar preocupados com a problemática.
Vale ressaltar que uma multidão de filhos e filhas de pouca idade dessa sociedade atual já caminha ébria como parte da legião daqueles que perderam o sentido da vida e o controle de suas vontades. É preciso falar cada vez mais sobre a dependência química, dos fatores que levam os jovens a buscar a droga, dos sintomas e de como os pais devem agir quando o problema entrar pela porta de suas casas. |