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Farinha sobe com oferta de preço mínimo |
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A inclusão da farinha acreana nos programas sociais dos governos estadual e federal permitiu garantir um preço mínimo de R$ 25 por saca de 50 quilos fez com que as empresas de Cruzeiro do Sul aumentassem de R$ 20 para R$ 32 a oferta de preço para os produtores do Juruá. Essa oferta do preço mínimo só foi possível depois que o governo do Estado conseguiu junto ao governo federal o retorno da representação da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) ao Acre para estimular a compra da produção familiar que vem recebendo os diversos tipos de incentivo que vão do financiamento à assistência técnica passando pela melhoria de ramais. Também houve a recuperação dos onze armazéns que juntos tem capacidade estática para estocar 25 mil toneladas de produtos. Rede que já está sendo usada pela Conab. Isso tudo permitiu que o governo federal liberasse, no final do ano passado para o Estado através da Conab a quantia de R$ 4,8 milhões sendo R$ 2 milhões destinados à compra da farinha de mandioca e outros R$ 2,8 milhões para a compra da safra de castanha que está terminando agora. Em apenas 18 dias de atividade do programa foram comprometidos 42,3 % dos recursos destinados à compra da farinha. Na verdade não há a compra do produto em si, mas uma compra adiantada da farinha que será produzida com a mandioca recém plantada, funcionando como um crédito suplementar à produção familiar. Aliado a essa garantia do preço mínimo, equipes do governo do Estado, Sebrae, Senai e Agencia Nacional de Vigilância Sanitária desenvolvem o programa Farinha 10, que está trabalhando toda a cadeia produtiva da farinha desde a seleção de espécies mais produtivas, até a construção de modernas casas de farinha, técnicas de produção de alimento seguro, escoamento e comercialização num ciclo completo. Neste momento, está sendo iniciado um programa através do qual serão classificados os vários tipos de farinha produzidas no Juruá. Esse projeto irmã determinar preços diferenciados para cada um dos tipos de maneira a estimular os produtores a fornecerem farinha de melhor qualidade a fim de obter preços mais compensadores. |
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