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Nova linha de atuação na extensão agroflorestal |
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Os 90 gerentes de extensão e armazenamento da Secretaria de Assistência Técnica e Extensão Agroflorestal (Seater) de todos os municípios do Estado estarão reunidos durante dois dias e meio a partir desta segunda-feira na Chácara Aliança. O encontro será para discutir um reposicionamento das ações de extensão e garantia da produção. “Estamos iniciando uma nova forma de trabalhar a extensão agroflorestal visando a construção coletiva de seus trabalhos. Ou seja, respeitando as aspirações de cada comunidade para que as propostas de trabalho não sejam impostas de cima para baixo, mas construídas junto com a comunidade para que ela absorva os programas como algo que lhe pertence de fato”, explicou o secretário da Seater, Francisco Rildo Cartaxo. Respeitar a vocação das diversas comunidades rurais acreanas, bem como as condições naturais do solo e do clima para a produção, como também, construir um espírito cooperativo que atenda as peculiaridades de cada comunidade fazem parte da nova proposta de ação para a extensão agroflorestal que vem sendo debatida e estudada há um ano e que agora estará sendo posta em prática em sua plenitude. “Ao longo do último ano nós estudamos juntos esta nova filosofia de trabalho para que todos tivessem uma compreensão completa dela, agora estaremos avaliando alguns trabalhos ações já realizadas para poder planejar algumas das ações que acontecerão de 2004 até 2006 sempre buscando resultados econômicos satisfatórios utilizando o meio ambiente de modo sustentável. Garante Cartaxo. Focos de ação Essa nova forma de fazer extensa rural será feita em parceria com outros órgãos como Ibama, Sebrae, Secretaria de Florestas, Secretaria da Produção Familiar e entidades mundiais como a Fundo Mundial para a Vida Selvagem (WWF). Terá como ações básicas o cooperativismo tipicamente amazônico que tem como melhor exemplo regional os produtores do Projeto Reca. O manejo florestal comunitário envolverá trabalhos de aproveitamento da fauna. Já o Manejo de recursos naturais trabalhará comunitariamente para o manejo de recursos pesqueiros. A extensão indígena tratará com especial atenção as oito aldeias que sofrerão o impacto direto do asfaltamento da BR-364 entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul. Também terá continuidade e ampliação o projeto de desenvolvimento da cadeia produtiva da borracha. Serão trabalhados ainda o crédito solidários dentro dos programas Pró Ambiente e Pró-Florestania, o desenvolvimento agroflorestal que atuar´pa junto aos sistemas agroflorestais, agroindústria e outras atividades produtivas. E, estrategicamente em tudo isso, os trabalhos de escoamento e armazenamento da produção rural. |
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