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Morhan fortalece entidade no Acre e faz parceria com o MS |
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O Ministério da Saúde listou 11 prioridades em suas políticas públicas e entre elas está a eliminação da hanseníase até 2005. A informação é do coordenador nacional do Movimento de Reintegração dos Hansenianos (Morhan), Artur Custódio Moreira de Souza, que está no Acre com uma equipe composta por mais três membros da coordenação nacional: Ivan Costa da Silva, Reinaldo Matos de Carvalho e Francisca Barros da Silva Biscoski, que é acreana e é conhecida por Dide. A visita ao Estado está dentro dessa programação do Ministério da Saúde e está sendo realizada com o apoio do gabinete do senador Tião Viana. Segundo Artur de Souza, o Ministério da Saúde mudou toda a estrutura de combate à hanseníase; sua coordenação não está mais sujeita à coordenação de Dermatologia e agora tem vida própria. Um dos aspectos mais importantes é que o Ministério da Saúde entendeu que a melhor maneira de combater a doença é reforçar o movimento social existente em função dela, mas especificamente o Morhan. A equipe da coordenação nacional reuniu-se ontem à tarde com o Morhan local no sentido de traçar estratégias de fortalecimento das ações no estado. O Morhan está passando por uma crise administrativa no Acre e a fiscalização da entidade nacional é bem-vinda. Artur de Souza conta que no início do mês o Morhan nacional reuniu-se e decidiu investir inicialmente em 4 estados da Federação: Acre, Ceará, Mato Grosso e Pernambuco. O Acre - ele conta - é por uma questão histórica, já que o fundador do movimento, Bacurau, militou muitos anos aqui. O investimento no Ceará se explica por que há um projeto internacional para lá ser aplicado. Já os estados de Pernambuco e Mato Grosso foram escolhidos por conta do alto índice de hansenianos, entre os mais altos do país. Artur explica que o Morhan está presente em 23 estados. Ele acredita que a meta de erradicar a hanseníase até 2005 só não será concretizada devido aos erros do passado, mas até lá ela estará praticamente controlada. Segundo ele, os Estados do Nordeste e do Norte estão entre os mais atingidos. No Norte, o Acre está em melhor situação que os outros - os piores índices se encontram no Pará e no Amazonas. Artur já tem bom conhecimento do estágio de combate à doença no Acre e segundo ele um problema marcante é o fato de que aqui não há cirurgias reparadoras, já que a hanseníase provoca uma série de seqüelas em órgãos como as mãos, o nariz etc. A intenção do Ministério da Saúde, segundo ele, é fazer um mutirão com equipe que percorreria alguns Estados do Norte. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
| ANCELMO GÓIS |
| Com Ancelmo Góis |
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