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Governo apóia produtor de ovos do ramal da Piçarreira |
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Ontem, já com 40 mil galinhas distribuídas em 14 galpões e com 20 empregados, Alberto pôde sentir a importância do empreendimento familiar que resolveu tocar sem qualquer ajuda oficial. Acompanhado pelos secretários Sérgio Nakamura (Deracre), Mauro Ribeiro (Agricultura e Pecuária) e pelo diretor técnico da Eletroacre, Celso Mateus, o governador Jorge Viana percorreu os seis quilômetros num ramal castigado pelo inverno para ver de perto o empreendimento e oferecer os serviços do Estado para garantir maior eficiência e escoamento da produção. Jorge Viana chegou à Granja Vista Nova dizendo que tomara conhecimento do empreendimento por meio de reportagem do jornalista Edmilson Ferreira, publicada no Página 20. “É bom ver que tem parte da imprensa que se preocupa em divulgar as coisas boas que estão acontecendo no Acre”, elogiou o governador. Durante a visita aos galpões, o governador se comprometeu em colocar as máquinas do Deracre ainda esta semana para melhorar as condições de acesso à granja. Ele também determinou que o secretário Mauro Ribeiro explique ao produtor as linhas de crédito que têm nos bancos oficiais com taxas de juros compensatórias. Ao diretor da Eletroacre caberá a missão de levar uma rede trifásica até o local. “Fiz questão de vir aqui para parabenizar à família e dizer que o nosso governo fará tudo para oferecer as condições necessárias para quem quer produzir”, disse Jorge Viana Antes de pegar a estrada novamente para vistoriar as obras da terceira ponte, Jorge Viana assumiu o compromisso de bancar as despesas de Alberto e seu filho mais velho, Herbert, numa viagem ao Mato Grosso, onde conhecerão novas e modernas tecnologias. Produção – As aves criadas na Granja Nova Vista são adquiridos no Mato Grosso, onde a tecnologia é mais avançada. Com um tempo de vida produtiva de 18 meses, cada uma põe 300 ovos por anos. Após esse período, é preciso fazer uma renovação e as aves são descartadas. Diariamente, as aves consomem 2,7 mil quilos de ração. O alimento é produzido na própria granja, o que gera uma economia considerável. “Se comprasse a ração fora, teria que gastar cerca de R$ 70 mil por mês”, revelou Alberto. Reservado para falar de números, Alberto afirmou que até agora não conseguiu ter lucro na atividade. Disse que todo o dinheiro obtido com o fruto da venda de ovos é revertido em melhorias na própria granja. “A vantagem é que não preciso mais tirar dinheiro do meu salário.” Embora não queira revelar o faturamento, o proprietário da ganha disse que vende 25 caixas com 30 dúzias de ovos por dia para mercados e supermercados da cidade. Ele também fatura com a venda de esterco para proprietários de hortas. São 3 mil sacos de adubo por mês, ao preço de R$ 3 cada. “Com a ajuda da minha família, consegui fazer muitas coisas. O único pedido que teria a fazer para o governador seria a recuperação do ramal. Ainda bem que ele se prometeu fazer”, comemorou Alberto. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
| ANCELMO GÓIS |
| Com Ancelmo Góis |
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