| PÁGINA DO EMPREENDEDOR | |
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| “O mundo se abriu para mim” Empresária conta como foi sua transformação de dona-de-casa em empreendedora de sucesso
“Assim que desci do avião fui logo para a máquina de costura trabalhar para pagar a passagem que tinha sido financiada. Na semana seguinte meu genro me disse que ia ter um tal de Empretec e que eu precisava fazer o curso. Eu não queria, ele então disse que devia fazer uma entrevista e se fosse aprovada era porque tinha jeito para a coisa, concordei para agradar ele, quando cheguei lá era sexta-feira, me aceitaram e na segunda estava num lugar muito bonito, cercada por uma gente que nunca tinha visto e ouvindo falar de coisas que nem imaginava”, relata ela seu primeiro contato com o Empretec que pela dificuldade daquele momento acabou pagando em três parcelas. Enquanto o seminário se desenvolvia Mariléia ia aprendendo o que é ser empreendedor. “Esse Empretec não ensina nada, mas serve para despertar o que a gente tem dentro de nós mesmos e não sabe. Eu nunca tive firma nenhuma, mas costurava, cozinhava e dava meu jeito para ajudar na renda da casa.Tinha muitas idéias, mas não sabia como organizar as coisas, fazia tudo de improviso, dava certo, mas mesmo assim me achava inferior às outras pessoas. Quando fiz o Empretec foi como derramar um copo de água fresca no deserto, o mundo se abriu para mim. Acredito que todas as pessoas, até pastores deviam fazer para aprender a organizar e administrar melhor suas coisas”. Mesmo sem ter qualquer dinheiro no bolso, uma semana após participar do seminário do Empretec Mariléia assumiu uma loja de produtos naturais, a Natuterra, que estava fechada e com uma dívida de R$ 12 mil na praça. “No seminário eu aprendi a compartilhar e trocar idéias ouvindo a experiência dos outros. Para mim empreendedor não podia falir, tinha que ser tudo sempre bom, ter dívida era uma vergonha. Descobri que a gente tem de aprender a correr riscos calculados, que quando a gente cai tem que começar de novo e as dívidas a gente dá um jeito para pagar. Até o Brasil deve e muito para ter alguma coisa”. Lá descobriu que embora só tivesse a quarta série, gente igual a ela administrava grandes negócios e alguns deles não sabiam de coisas que ela conhecia bem. “Aquilo fez meu ego subir, fiquei importante, mas eles lembraram que a gente não pode deixar a emoção dominar a razão porque tudo que sobe desce”. Outro drama foi encarar a possibilidade de endividar-se buscando um financiamento. “Eu não queria nem ouvir falar de banco, para mim eles eram uns exploradores. Então me incentivaram a conversar com o pessoal do banco que estava lá dizendo que eles precisavam tanto de mim quanto eu deles, fui, conversei, mas não fiz negócio. Depois o gerente foi lá na loja me visitar e ficou admirado com o que eu tinha conseguido”. Mariléia que pegou uma loja fechada e com dívida de R$ 12 mil aos fornecedores conseguiu pagar R$ 10 mil ao longo do ano, além disso comprou um fogão industrial de seis bocas, mesa de seis cadeiras com tábua de mármore para fazer pães integrais, duas cômodas, cama de casal completa, congelador e micro-ondas para reforçar a loja e confortar a família. “Comprei ainda um carro que paguei fornecendo marmitas de comida natural. Fui renegociando e pagando as dívidas da loja, enquanto isso na fiquei parada, fazia pão integral, fornecia marmitas e para atrair os clientes pedi ao meu esposo, o Moisés, que é iridólogo para fazer consultas de graça. As pessoas iam, faziam os exames, ele descobria os problemas de saúde delas e eu vendia os remédios”. Ela começava a trabalhar às seis horas da manhã e ia até às dez da noite, trabalhando até aos domingos, pagou as dívidas, melhorou as condições de vida da família e ainda completou seu curso de quinta à oitava série. Improvisou junto à loja sua cozinha de alimentos naturais, ali preparava e vendia uma média de 50 pães por dia, as pessoas não sabiam como preparar os alimentos naturais, ela ensinava, outros preferiam que ela mesma fizesse, comiam na loja mesmo ou levavam marmitas, assim chegou a fornecer até 60 pães por dia. Mariléia faz questão de destacar a influência do Empretec na vida de sua família, hoje prepara um filho e o genro para faze-lo também, mas não esconde uma preocupação. “A gente aprende a ser empreendedor, mas eu ainda tenho muita dificuldade para entender como administrar o capital de giro, calcular o custo fixo, custo variável, margem de lucro e contribuição. Eles bem que poderiam preparar um ABC de tudo isso para nos esclarecer melhor, porque sei que isso é muito importante para administrar bem e garantir a sobrevivência de nossos negócios”. Como agir numa entrevista ou num debate de televisão Você é convidada para participar de uma entrevista ou um debate na TV. Num primeiro momento, já se imagina o galã ou a mocinha da novela das 8. Depois, você cai na real. Começa a suar frio de tanta insegurança. Aqui vão algumas sugestões para dominar o medo: Treine, treine, treine. Simule a entrevista com a ajuda de um amigo e uma câmera de vídeo.Veja os resultados e corrija as falhas. Escola a roupa certa. Prefira peças de cores lisas, nos tons azul, vinho, bege ou cinza – uma escolha que deve variar conforme o cenário do estúdio. Esqueça as cores berrantes e as meias curtas, que deixam aparecer à perna. Saiba antes se é uma entrevista só com você ou um debate, o horário, se é ao vivo e qual o estilo do entrevistador. No dia D, não se atrase: cheguem 20 ou 30 minutos antes de começar. Cumprimente o entrevistador com um simples “bom dia”, “bom tarde” ou “boa noite”. Nada de é um prazer estar no seu programa, olá, telespectadores e coisas do gênero. Comece a responder à pergunta olhando para o entrevistador, mas depois se volte para a câmera O ideal é olhar de 80% a 90% do tempo para a câmera. Posicione-se na cadeira sem rigidez, mas com elegância. Coloque os dois pés no chão ou cruze as pernas. Mantenha a cabeça levantada, mas sem exageros, para não projetar uma imagem arrogante. Faça a expressão facial trabalhar a seu favor. A fisionomia tem de estar relaxada, com um ar natural e descontraído. Fala pausadamente e pronuncie bem as palavras. Não se mostre irritado com perguntas ou ataques. Continue falando de maneira firme, mas sem perder a calma.Prepare-se para encerrar. Quando a entrevista estiver no fim. Tenha cuidado para não falar demais e acabar perdendo o foco da resposta. Direcionamento atual da área de Gestão de Pessoas Marilyn Lyra Lima * Nesta era do conhecimento, as pessoas fazem a diferença. Em países e no ambiente empresarial. Se antigamente, o potencial era conhecido pelos seus recursos naturais, infra-estrutura e capital, hoje se reconhece que a diferença está na qualidade da sua dimensão social. Existe portanto uma diferença quando tratamos dos recursos de uma organização. No que se refere à pessoas. Estas não são recursos, pois pensam, criam, sentem, amam e transformam, inclusive a si próprias. Recursos, por sua vez, são passivos por natureza, podendo ser manipulados e consumidos. Muito embora este posicionamento esteja mudando, na prática, ainda observa-se as pessoas sendo tratadas como se fossem simples recursos, submetendo-as as ordens, a responder sem pensar, a viver a vida profissional carente de desafios, realizações e prazer. A Gestão de Pessoas, no atual contexto do trabalho deve ter sobretudo uma atuação holística, onde o colaborador deve ser contextualizado social, cultural e econômico e biologicamente. . A atuação deverá ser de desenvolvimento das competências associado a fomentação de seus conhecimentos, habilidades e atitudes. Outro fator preponderante é quanto a motivação. É fundamental a motivação para garantir o envolvimento e comprometimento do colaborador. Essa motivação está relacionada a uma política de valorização, reconhecimento e benefícios. Não se pode esquecer da importância do bom desenvolvimento de equipes, pois a velocidade em que as mudanças ocorrem, exige constantes adequação e adaptação, aos novos posicionamentos da organização. Neste ponto, o trabalho em equipe favorece muito ao fortalecimento da organização em seu projetos e processos. O profissional da Gestão de Pessoas, além de manter o papel de mediador entre gerencia e a direção, no sentido de manter uma política justa de reconhecimento, deve garantir a boa comunicação entre os objetivos da instituição e seus colaboradores no sentido de atende-los para o sucesso do empreendimento. No tocante ao recrutamento e seleção de pessoal, é importante a ênfase na escolha baseada nas competências. A Gestão de Pessoas deve ser, sobretudo estratégica e orientada para resultados. Precisa ter uma visão sistêmica, considerando a integração entre as áreas da empresa, respeitando o ambiente externo. Neste sentido, é necessária uma atuação descentralizada, participativa com base em resultados dos processos de avaliações existentes. A área de Gerenciamento de pessoas, também deve manter-se como referência dentro da organização, como fonte de informações aos colaboradores. Tem que ser ágil, moderna, informatizada, descentralizada e próxima do Ser Humano na Organização. * Psicóloga e Gerente da Unidade de Gestão de Pessoas do Sebrae no Acre Relacionar-se bem com a clientela é um ponto fundamental para o sucesso de qualquer negócio. Para que isto aconteça é necessário que a empresa possua canais de comunicação com seus clientes, a fim de manter a cordialidade e, principalmente, identificar seus desejos e necessidades. 1. Que tipos de canais de comunicação podem ser utilizados? Comunicação Pessoal - é o atendimento do cliente desde a entrada na loja até sua saída. O observador capta suas expressões verbais ou faciais em relação ao ambiente, produtos, condições de venda, etc. Caixa de Sugestões e Reclamações - colocada em local visível, para que o cliente manifeste sua opinião ou crítica a respeito do produto, serviço, atendimento, etc. Correspondência Personalizada - oportuna em datas comemorativas (aniversário, formatura, etc.) e festivas (natal, ano novo, etc.), ou ainda, no lançamento de uma linha de produtos. Painel de Clientes - grupo de clientes convidados para manifestarem sua opinião sobre aspectos que possam interferir na sua satisfação. Ex: nova decoração, luminosidade, um comercial de TV, atendimento prestado, etc. Consulta Telefônica - é o serviço de atendimento ao cliente, usado tanto para reclamações, sugestões ou informações sobre os produtos, serviços ou a própria empresa. Permite manter um canal aberto 24 horas por dia. E x p e d i e n t e : |
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