| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Preocupação com o rio A chuva de ontem e o frio que chegou no fim da tarde é o prenúncio de que haverá estiagem longa nos próximos dias. Quem conhece o clima do Acre sabe disso. Esse é um mau sinal para o pobre rio que agoniza em frente a todos que o utilizam. Haverá menos chuvas e menos água para abastecer o velho rio Acre nos meses que se seguem até o próximo período chuvoso, que deve se iniciar lá por dezembro. Será este outro ano de seca, igual a 2005, quando o Acre viveu um dos períodos mais tristes de sua história? Se as previsões escatológicas que são divulgadas quase diariamente na imprensa do mundo inteiro estiverem certas, não é difícil que isso aconteça não apenas este ano, mas nos outros vindouros. A própria ONU alerta para as mudanças climáticas e para o aquecimento global que provocará seca e fome no mundo inteiro. A Amazônia não está isenta desse flagelo. Os acreanos, as autoridades e as instituições olham impassíveis e nada fazem. Talvez porque se sintam impotentes diante dos acontecimentos, ou melhor, diante do rápido falecimento do rio, embora a agonia lenta não passe despercebida. Sendo ou não conseqüência de uma situação que não é única do Acre, os problemas por que passa o rio Acre não devem ser ignorados. O acreano deve muito a seu rio, e sem ele perderá grande parte de sua identidade. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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