| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
|
Do Editor |
||
| O rio precisa viver Uma reunião de caráter urgente prevista para esta segunda-feira, na sala ambiente do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Acre (Ufac), traduz, sem sombra de exageros, a preocupação de políticos, cidadãos comuns e entidades com a situação de calamidade a que chegou o Rio Acre, manancial imprescindível para o Estado. À frente desse importante movimento, a deputada federal comunista Perpétua Almeida, responsável pela convocação do encontro, é enfática. Para ela, não se trata de sensacionalismo piegas com o objetivo de sensibilizar a comunidade para uma causa nitidamente eleitoreira. “É uma questão de sobrevivência”, sintetiza a parlamentar acreana. Há quase três décadas, cientistas alertam para a possibilidade da extinção do Rio Acre, com progressiva redução de seu leito, disse a deputada, que envolveu especificamente nessa luta o Departamento de Ciências da Natureza e o Mestrado em Ecologia da Ufac. De acordo com estudos realizados principalmente na Ufac, a intensa ocupação das margens, acarretou efeitos danosos à bacia hidrográfica do Rio Acre. Esses efeitos transformaram o rio em um problema durante o ano todo. Ou porque irá causar alagações, no período do inverno amazônico, de novembro a março, ou porque irá secar e deixar as áreas urbanas sem abastecimento de água, no período de verão amazônico, de abril a outubro. |
||
|
||
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
| |