
Aos 40 anos de idade, o Estado Acre tem a real possibilidade de adquirir a maioridade plena como unidade da Federação capaz de promover seu próprio desenvolvimento. Os ventos todos são favoráveis porque o governador Jorge Viana vai para o segundo mandato com as finanças públicas em dia e com amplo apoio popular e político.
Nunca o Acre teve tanto espaço no universo político e administrativo da nação. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse reiteradas vezes que é um amigo do Estado. Pela primeira fez na história, uma acreana, a senadora Marina Silva, foi nomeada ministra. Jorge Viana e seu irmão, o senador Tião Viana, são apontados como estrelas ascendentes do PT. Enfim, não existe mais ninguém remando para trás.
Diante de um quadro tão promissor, a expectativa dos mais de 500 mil acreanos, distribuídos nos 22 municípios, é das melhores. Todos acreditam que agora será possível oferecer segurança, saúde, educação, fazer investimentos nos setores produtivos e, finalmente, promover a integração do Estado por meio de rodovia.
Sim, o sonho da integração entre as cidades do Acre é alimentado pela ampla maioria da população, principalmente daqueles que vivem nas localidades mais distantes e sofrem a maior parte do ano com o isolamento.
Além de estradas, nos próximos quatro anos o Acre tem condições plenas de se desenvolver como não se desenvolveu nos últimos quarenta. Os primeiros passos para que o Estado encontrasse sua verdadeira vocação para o desenvolvimento foram dados no primeiro mandato de Jorge Viana.
Agora, é preciso aproveitar as experiências do passado e juntá-las com os projetos construídos nos debates realizados com os vários segmentos sociais para deixar o Acre realmente pronto para crescer.