COTIDIANO

Viveiro inicia nova etapa de produção

Mais de 15 espécies madeireiras e frutíferas estão sendo inseridas no quadro do viveiro, que em breve começa a comercializar

Marcos Vicentti
Em poucas semanas toda a produção
do Viveiro da Floresta vai estar disponível para comercialização


Renata Brasileiro

O Viveiro da Floresta começou este mês a produzir novas espécies de mudas, entre frutíferas e madeireiras, para serem comercializadas à população em geral. Entre as novidades, incluem o mogno, cerejeira, jutaí, jatobá, açaí, cupuaçu, caju, bacaba e muitas outras espécies que podem sair por até R$ 0,50 cada muda.

No ano passado o viveiro abriu funcionamento apenas com madeireiras e passou a cadastrar interessados em adquirir exemplares a preços baixos, bem menores que os encontrados em outras áreas de produção.

A etapa de comercialização, no entanto, ainda não teve início, mas a previsão é de que dentro de poucas semanas toda a produção existente no viveiro esteja disponível para as pessoas cadastradas no projeto, segundo informou a engenheira florestal, Norma Giovana.

A engenheira, que é responsável pela área de produção, disse que o viveiro possui aproximadamente 200 pessoas cadastradas e que as portas continuam abertas para mais interessados. Seja pequenos ou grandes produtores, proprietários de chácaras ou pequenas áreas verdes, como quintais, todos serão bem vindos ao viveiro, destaca ela.

“Estamos aqui para atender às mais diversas demandas que surgem. O projeto do viveiro tem a finalidade de incentivar o reflorestamento, além da criação e do enriquecimento de sistemas florestais. Por isso, quem quiser comprar uma muda somente será atendido da mesma forma que aquele que quer comprar muitas mudas”, destacou.

O Viveiro da Floresta possui uma área de cinco hectares e a capacidade para armazenar até quatro milhões de mudas. Pelo menos doze profissionais trabalham diretamente com o projeto de produção, que atende toda uma seqüência necessária para que a planta esteja preparada para ser cultivada.

A engenheira complementa que a intenção é de que novas produções com novos tipos de espécies sejam feitas com freqüência, enriquecendo assim o leque de alternativas e quantidades de mudas para os interessados.

Para tanto, a engenheira florestal, Erilene Lima, responsável pela área de fomento, o viveiro trabalha em parceria com algumas instituições, ongs e órgãos, bem como a Secretaria Municipal de meio Ambiente (Semeia).

“Como eles lidam com projetos de reflorestamento no dia-a-dia é muito mais fácil indicarem qual a maior necessidade do Estado e que tipo de planta precisamos produzir. Essa parceria faz o projeto do viveiro fluir muito melhor”, disse.

 

 
© Copyright Página 20 todos os direitos reservados    -      Imprimir       -       TOPO
 COTIDIANO
 COLUNAS
 CHARGE
 EDITORIAL
 ENTREVISTA
 ESPECIAL
 POLÍTICA
 OPINIÃO
 VARIEDADES
 EDIÇÕES
 EXPEDIENTE
 E-MAIL
 
Rio Branco-AC, 31 de janeiro de 2007
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Da Redação
 
 
P E S Q U I S A