
Cade neles
Antonio Palocci é um brasileiro cordial. Mas perdeu a paciência com as distribuidoras de gás, que, de 1995 a 2002, aumentaram o preço ao consumidor em 567,75%.
O ministro vai subir nas tamancas com os gasosos. O saco de maldade inclui uma ação mais enérgica do Cade em cima do cartel do gás.
Caminhando
Palocci está tentando compensar a agenda puxada com exercícios matinais.
O problema é que o ministro, a exemplo de José Serra, é um notívago. Passou anos dormindo às 2h, 3h da madruga.
Agora, não consegue dormir antes de 1h30m, embora às 6h da matina já esteja de pé para uma caminhada de 90 minutos.
Fumando
Palocci, que é médico, sabe que esforço físico de pouco adianta se não moderar o apetite e principalmente não parar de fumar.
Na frente antitabagista, milita sua filha Carolina.
Presidente Artur
FH sugeriu o nome de Artur da Távola para voltar a presidir o PSDB.
Basiléia
Pedro Malan viajou para a Basiléia, Suíça.
Foi dar uma palestra no BIS, uma espécie de BC dos BCs.
Harvard
Armínio Fraga, ex-BC, vai ser professor visitante em Harvard.
Gente fina
Andréa Fasano, herdeira de restaurantes grã-finos como Gero, esqueceu o celular sexta-feira no banheiro do avião da ponte aérea São Paulo-Rio.
Voltou lá, mas babau. “Alguém achou?”, perguntaram os comissários. O apelo não surtiu efeito.
Viva Verissimo!
Luis Fernando Verissimo é um sucesso também nos EUA.
Esta semana durante o encontro “Livros para ficar na memória”, um júri formado por representantes de todas as bibliotecas públicas de Nova York escolheu o seu “O Clube dos anjos”, da editora Objetiva, um dos 25 livros “com lugar definitivo na história da literatura mundial”.
Sangue italiano
Jair Meneguelli presidiu ontem a primeira reunião do Conselho de Administração do Sesi.
Muito paparicado pelos empresários, o ex-sindicalista só não gostou de seu lugar na mesa, identificado como “Menegelli” ao invés do italiano Meneguelli.
Troféu Caroço
Adriane Galisteu sofreu uma derrota ontem no STJ.
O ministro Félix Fischer manteve a ação que o advogado Alberto Toron move contra a apresentadora por ter sido incluído num tal prêmio “Troféu Caroço”.
Defensor do juiz Nicolau José dos Santos, Toron não gostou da “homenagem”.
Doutor do baião
Humberto Teixeira, o Doutor do Baião, parceiro de Luiz Gonzaga em jóias como “Asa branca”, finalmente recebe uma homenagem à altura de seu legado.
A Biscoito Fino reuniu no estúdio, entre outros, o ministro Gil, Chico Buarque, Maria Bethânia, Caetano Veloso e Gal Costa para um disco sobre sua obra. Os arranjos são de Wagner Tiso.
Rio contra Bush
A Câmara de Vereadores do Rio aprovou moção declarando George Guerra Bush persona non grata na cidade.
O autor foi o vereador Fernando Gusmão, do PC do B.
In memoriam
A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas inaugura sexta, em Brasília, o Memorial da Guerra, em homenagem aos mortos no conflito EUA x Iraque.
Já há 70 cruzes no chão, representando as baixas dos dois lados.
Ataque à UFRJ
O campus da UFRJ, no Fundão, foi atacado de novo.
Depois de depenarem as esquadrias de alumínio do hospital universitário, ladrões surrupiaram, na noite de segunda-feira, 34 janelões, com vidro e tudo, do 5o.quinto andar do Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva.
Cocada
Jorge Piciani, presidente da Assembléia do Rio, deu um lugar ao sol a Diogo Cuoco, filho de Francisco Cuoco que perdeu a eleição para deputado pelo PMDB.
O garoto ganhou um CC-DAL 3 no gabinete de Piciani. Vai
receber R$ 2.615 mensais.
O romance “Aquele sol negro-azulado”, sucesso do jornalista, escritor
e publicitário João Santana, será lançado hoje
no Rio, às 20h, na Livraria da Travessa de Ipanema.
Amanhã, às 18h, Débora Dines lança “Feng
shu”, da coleção “Para saber mais”, da Editora
Abril. Será na Letras e Expressões do Leblon.
Selma Reis volta hoje ao Rival.
Maurício Dinepi, diretor do “Jornal do Commercio”, homenageou
Pedro Grossi, que está deixando o jornal.
A turma que freqüenta o boteco Bip Bip, céu da boemia em Copacabana, está distribuindo estes adesivos que dizem não à guerra e pregam o boicote a produtos americanos, ingleses e espanhóis. Mas sem violência. A turma é de paz.
ALGUM ESPERTINHO pichou as placas de sinalização que indicam o caminho entre o Cosme Velho e o Corcovado, cartão-postal dos mais encantadores do Rio. O turista pára embaixo da placa, fica na dúvida de qual direção tomar e aí aparece um malandrinho, que pede um trocado para dar a informação. A turma da coluna não tem nada contra a meninada que ganha a vida honestamente ali como guia de turistas. Muito pelo contrário. Mas quem picha placa de sinalização não emporcalha só um bem público. Suja a própria imagem da cidade