
Sandy & Junior
A carreira de Sandy & Junior nos EUA não deslanchou. Repete a “Síndrome de Xuxa”, sucesso aqui e um fiasco lá.
Lançado em julho, o CD da dupla lá só vendeu 8 mil unidades. Mas, no Brasil, já são 250 mil cópias vendidas desde o Natal do disco de um show deles ao vivo no Maracanã.
Estudo para nada
Acredite. Estão desempregadas quase 1 milhão de pessoas (exatas 955 mil) que passaram pelo menos 11 anos de suas vidas estudando.
A última pesquisa do IBGE revela que onde o desemprego mais cresce é entre o pessoal com mais instrução —- 40% da massa dos sem emprego.
Prefeito perpétuo
Em 2004, Zito completa oito anos como prefeito de Duque de Caxias, no Rio.
Como não pode mais se reeleger, quer disputar, ano que vem, a Prefeitura de São João de Meriti.
No Estado do Rio, vários prefeitos planejam a mesma coisa: disputar a eleição em cidades vizinhas.
Oferta especial
Estima-se em U$ 400 milhões o valor a ser pago por quem comprar a rede nordestina Bompreço, à venda pela holandesa Royal Ahold, que vai deixar o Brasil.
No setor de supermercados, diz-se que também a rede portuguesa Sonae, que atua na Região Sul, vai jogar a toalha aqui.
Cássia Eller
A sala Funarte de Brasília vai se chamar Cássia Eller. A cantora começou a carreira no DF.
Air Alencar
Na viagem ao Rio para uma reunião no BNDES, José Alencar abriu mão de usar um avião da FAB. Veio em vôo comercial.
Aliás, se quisesse, o vice usaria seu próprio jatinho — um Citation Excel, maravilha de oito lugares, que voa a 800 km/h.
Máquina burra
Essa coisa de ser atendido por máquinas passa dos limites. Intrigado com a resposta da Porto Seguro a um e-mail, um gaiato paulista escreveu para a empresa:
“Como estou brigado com meu antigo parceiro Saddam Hussein, peço que cancelem o consórcio que compramos juntos. Atenciosamente, GBush.”
Não deu outra. Veio a resposta automática: “Sua mensagem chegou à Porto Seguro. O assunto está sendo tratado e em breve você receberá um retorno”.
Agora sim
Dilma Rousseff vai quinta-feira para a Bolívia. A ministra de Minas e Energia chega uma semana depois da demissão de Fernando Illanes, o ministro boliviano de hidrocarburos que atazanava a Petrobras.
A estatal é hoje a maior empresa de petróleo do país vizinho.
Idéia
O ex-ministro Francisco Weffort aproveita este período na universidade americana de Notre Dame para fazer um livro sobre a história das idéias no Brasil.
Lula deve
Para 47% dos cariocas ouvidos pelo GPP, Lula tem feito “menos, muito menos, do que deveria fazer” na área de segurança.
Rosinha também
Na mesma pesquisa, 64% dizem que Rosinha tem feito “menos, muito menos, do que deveria fazer” na área de segurança.
Bode nas compras
O empresário Antônio José Carneiro, o “Bode”, venceu Armínio Fraga na disputa pela compra de um andar inteiro na Rua Aristides Spíndola, no Leblon.
O imóvel era de Herry Rosemberg e Ronaldo Adler, representantes do Discount Bank, o preferido de Silveirinha e sua gangue.
Cine-desrespeito
Quinta-feira, na sessão de 16h20m de “As confissões de Schmidt”, no Cine Roxy 1, em Copacabana, o filme foi mais curto.
Corria a última cena quando deu para ouvir um grito na cabine de projeção: “Acaba logo!”
Aí, pimba! Para a grita geral, pularam para os créditos.
Aliás...
No Rio, quando um cinemão está para virar igreja, as coisas dão para não funcionar.
E este Roxy, o último que restou em Copacabana, fora o Jóia, que é miudinho, andou sem ar-condicionado semanas atrás.
Gari porcalhão
Sexta, às 11h30m , um gari do caminhão Q019 placa LCN 2904 que recolhia o lixo na Rua Conde de Avellar, no Rio, botou seu Saddam Hussein para fora e se aliviou no muro de um prédio.
Viola e penumbra
O ministro Roberto Rodrigues, da Agricultura, é uma figuraça. Depois de Gil, é a voz mais afinada do governo, como ficou provado na última reunião ministerial.
Outro dia, ele contou que, certa feita, estava cantando com amigos num restaurante numa cidade do interior. O dono, sonolento, pôs todo mundo para fora.
Alguém sugeriu transferir a cantoria para um lugar que nunca fechava. A turma se mandou para uma área meio deserta. Ao chegar, Rodrigues percebeu, assustado, que estava num cabaré, digamos, suspeito. Aí não teve mais volta. Ele jura que só rolou música na viola.
Em abril de 1995, o governo Fernando Henrique também só tinha três meses e, a exemplo do que ocorre hoje com Lula, produzia muita espuma e pouco chope. Foi quando o então ministro Sérgio Motta chacoalhou o palanque, pedindo mais ação e menos “masturbação sociológica”.
Hoje tem eleição para o Conselho das Comunidades
Portuguesas. Concorrem três chapas, lideradas por Delfim Aguiar (A),
Alcides Martins (B) e Antonio Cardão (C).
Lula recebe dia 11 o presidente do Peru, Alejandro Toledo.
A Contemporânea foi escolhida para atender à conta publicitária
do Sistema Globo de Rádio.
Alberto Lott Caldeira participa do Encontro da Sociedade Americana de Cirurgia
Plástica, em Boston.
Ministeriauau
Michelle é a primeira cadela da República. Mas o canil da Esplanada dos Ministérios excede:
O ministro da Fazenda, Antônio Palocci, tem duas cadelas: a weimaraner Brenda e a poodle Julie.
O presidente da Câmara, João Paulo, é dono do bassê Scoob.
O ministro da Previdência, Ricardo Berzoini, tem Lassie, uma fêmea pastor alemão. Velhinha, Lassie não late. Mas ele tem um papagaio que passa o dia inteiro imitando latido de cachorro.
Na casa do ministro José Viegas Filho, a fera é Huesito (Ossinho, em português), um poodle. Tem cara de poucos amigos. Ele tem ainda um pincher, chamado Hugo.
O porta-voz André Singer é o dono de Dolly, uma cocker spaniel dourada, e de Vicky, uma airedale terrier.
O ministro Marco Aurélio de Mello, do STF, tem sete cães. Uma fox terrier (Lana), dois chihuahuas (Princesa e Billy), três boxers (Snow, Bartolo e Baby) e uma golden retriever (Mel).
O DOMINGO é de Paloma Duarte, 26 anos, a ciumentíssima Marina, da novela "Mulheres apaixonadas". A personagem tinha tudo para ser antipática aos olhos dos espectadores por conta dos seus ataques histéricos. Não é. Longe disso. Difícil resistir aos encantos da neta de Lima Duarte. Agora Paloma se prepara para subir ao palco ao lado da mãe, Débora Duarte, para encenar "Colombe", texto do francês Jean Anouih, com tradução de Millôr Fernandes