
Cadeira elétrica
Tem as digitais da VBC (Votorantim, Bradesco e Camargo Corrêa) este plano emergencial para salvar o setor elétrico do corredor da morte.
Pelo plano, o governo, eu, tu, eles entraríamos com R$ 8 bilhões e em troca de ações preferenciais das empresas.
Há vagas
Abril começa hoje com apenas 19% de reservas nos hotéis voltados para negócios no Rio — o menor índice desde o Plano Collor, em 1990. Em abril de 2002, estas reservas estavam em 35%.
Os empresários culpam a guerra de Bush pelo sumiço.
PC do B
Articula-se o nome do ex-deputado baiano Haroldo Lima, do PC do B, para embaixador brasileiro em Pequim.
Kramer x Kramer
A idéia de Aloizio Mercadante de inverter o processo de votação da reforma tributária (primeiro, seria apreciada pelo Senado e só depois pela Câmara) aumenta ainda mais o fosso que separa o senador de seu colega de partido João Paulo Cunha.
O presidente da Câmara não gostou nada da inversão.
Rato no motel
Veja que situação esdrúxula.
Um casal foi passar a noite no Motel Maxim, na Barra. Beijinho pra lá, beijinho pra cá, depois de fazer as coisas, os dois apagaram num sono profundo.
O homem foi acordado com a mordida de uma ratazana — isso aí — na testa.
Agora, depois de tomar quilos de remédio, processa o motel.
SindiFunk
Um grupo de funkeiros do Rio liderados por MC Mr. Catra, Geléia, Will e Smith se organiza para fundar um sindicato da, digamos, categoria.
Anunciam um pré-estatuto esta semana e, em seguida, pedem audiência ao ministro Gil.
Mágoa verde-rosa
Sábado, no Bar do Tom, onde fazia um show, Jamelão ouviu um pedido para cantar Cartola.
O grande intérprete, então, revelou que tem mágoa do genial compositor mangueirense por ele nunca lhe ter dado uma música para gravar. Depois, coração generoso, cantou “As rosas não falam”. Foi aplaudidíssimo.
Eleições 2006
Quem priva da intimidade de Geraldo Alckmin não duvida. O governador de SP é candidatíssimo a presidente da República.
País miúdo
O Itamaraty vai criar uma embaixada nas ilhas de língua portuguesa de São Tomé e Príncipe.
São 135 mil habitantes — meia Petrópolis.
Fim da carreira
Ex-jogador da seleção brasileira, Leonardo anuncia hoje sua despedida do futebol. Mas continua no Milan. Vai dirigir a Fundação Milan, que capta recursos para projetos sociais no mundo inteiro.
Paz na terra
Desde ontem, os 2.800 funcionários das 26 lojas Leader Magazine vestem a camisa da paz.
Usando uma camiseta preta com a palavra paz em branco, eles apelam contra a guerra no país e no mundo. O protesto vai durar duas semanas.
Ah, o amor!
Parecia novela, mas era vida real. No sábado, por volta das 17h, Rodrigo Santoro e Paloma Duarte - casados em “Mulheres apaixonadas” - curtiam o final de tarde na Praia do Recreio.
Eles chegaram em carros separados, mergulharam no mar e assistiram ao pôr-do-sol aos beijos.
Os 100 dias de Gil
Gilberto Gil está convocando os artistas para uma grande pajelança segunda-feira no prédio do MEC no Rio. Haverá um debate sobre os 100 dias de governo.
Mas será também um ato pela paz. Uma réplica de “Guernica”, a obra antiguerra de Picasso será instalada no saguão.
Rosinha no Saara
Sábado, por volta das 13h, Rosinha foi às compras no Saara. Atrás dela, um séquito de mulheres.
Metrô condenado
Uma semana depois da morte de Gabriela no metrô do Rio, o juiz Marcos Torres, da 34a. Vara Cível, condenou a concessionária a pagar indenização a Ronaldo Arêas, baleado em 2001 ao reagir a um assalto num vagão.
Representado pelo escritório Monteiro, Teixeira e Tocantins, Arêas vai receber 100 salários mínimos, além do reembolso de despesas médicas.
O cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira
lança hoje, em Brasília, “Conflito e Integração
na América do Sul - Brasil, Argentina e Estados Unidos (Da Tríplice
Aliança ao Mercosul)”, com prefácio do embaixador Samuel
Guimarães.
A Camerata Quantz toca hoje Telemann e Boismortier no Ibam.
O jornalista Altair Baffa ganha hoje a Medalha Pedro Ernesto.
Mombaça faz show todas as terças no Toq Final, no Leblon.
AINDA É UMA gota no oceano, mas tem gente levando a sério esta história de boicote aos produtos americanos e britânicos. Regina Weissmann, dona do Semente, bar badalado na Lapa, no Rio, parou de servir Coca-Cola desde que Bush jogou a primeira bomba sobre Bagdá. A grande maioria dos clientes apóia. Regina não é a única. O pernambucano Rodolfo Vasconcellos foi mais radical. Proibiu a entrada de americanos e ingleses no seu bar, o Farândola, em Olinda. "Quem sabe o mundo desperta e não se une em torno de uma causa tão nobre, como a luta pela paz?", sonha Regina