
É dá maior importância que o deputado Moisés Diniz (PC do B) faça ecoar na Assembléia Legislativa a insatisfação do governo estadual em relação ao IDE (Índice de Desenvolvimento Humano) da ONU.
Em entrevista ao editor de política Leonildo Rosas, o deputado contesta o IDH, que posiciona alguns municípios acreanos como os piores para se viver no País.
O IDH utiliza três indicadores para chegar a esses resultados: educação, expectativa de vida e renda da população. Faz sentido quando o deputado argumenta que uma comunidade rural ou indígena, dispondo de escola, posto de saúde e condições de subsistência, viva melhor que os moradores de uma favela na cidade.
O parlamentar se preparou para apresentar uma contestação factível de um índice leva em conta basicamente critérios urbanos.
É por isso que o deputado está a sugerir que seja estabelecido o Índice de Desenvolvimento Humano da Floresta, que deverá considerar outros fatores de avaliação mais adequados à nossa realidade.
O que se espera, a partir de agora, é que haja empenho da sociedade em colaborar com essa iniciativa. A Assembléia terá que se abrir para que possa consolidar uma proposta de alteração dos critérios do IDH para os municípios florestais.
Torcemos para que o debate não demore a chegar ao Congresso e, finalmente, à ONU, acrescentando realmente indicadores que só estão presentes nas regiões florestais.