
GAPC prende em Natal
ex-fuzileiro acusado de estuprar menor
Após
20 dias de investigação e buscas, agentes do Grupo Antiassalto
da Polícia Civil (GAPC) prenderam em Natal (RN), o ex-fuzileiro naval
Edimilson Henrique da Cruz, 37, acusado de ter fugido de Rio Branco após
estuprar uma menor de 14 anos.
O crime teria acontecido na casa do acusado, no conjunto LBA, bairro Floresta, e contado com a co-autoria de Dayse Maria dos Santos Silva Cruz, 35, mulher do ex-fuzileiro. Dayse teria colocado sonífero no suco da vítima para o ex-fuzileiro estuprá-la enquanto dormia.
O estupro da menor teria sido filmado por Dayse e as imagens teiram sido vendidas a um diretor de cinema pornô. Segundo a polícia, a vítima foi atraída para a residência do casal por Dayse, de quem era amiga.
A moça teria sido convidada para jantar com o casal e, durante a refeição, teria sido dopada pela amiga, que estaria combinada com o marido para praticarem o crime. No dia seguinte, a moça procurou a polícia e relatou que fora vítima do casal.
O resultado do exame médico demorou quinze dias e o casal fugiu de Rio Branco para o Nordeste. O GAPC investigou o caso e no mês passado descobriu que o casal vivia em Natal. Três agentes receberam a missão de prender os acusados e viajaram de ônibus para Natal.
Após seis dias de viagem os polícias chegaram ao destino e pediram ajuda ao delegado Delmontiê Evaristo Falcão, que colaborou com a prisão dos acusados.
Deyse ficou em Natal respondendo acusação de roubo qualificado. O marido foi conduzido para Rio Branco, de ônibus, pelo GAPC, numa viagem que durou mais de seis dias.
De acordo com a polícia do Rio Grande do Norte, Deyse teria colocado sonífero no suco de uma vendedora para roubar a mercadoria da mulher e uma caminhonete. Esse crime teria sido praticado dentro da casa da acusada, com ajuda do marido. Porém, a vítima não conseguiu reconhecer Edimilson e ele foi inocentado da acusação.
Além do estupro da garota de 14 anos, a polícia do Acre tem informações de que o casal teria cometido outros estupros semelhantes em Rio Branco e Manaus (AM) contra meninas na faixa etária de 13 a 16 anos.