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“Podemos afirmar que não fugiremos dos limites da meta da inflação”
(Ministro Guido Mantega)
“O Via Verde Shopping vai consolidar a economia acriana”
(Brito)
BANCOS LUCRAM CADA VEZ MAIS COM O AUMENTO DO CRÉDITO AO CONSUMIDOR - O Banco do Brasil divulgou Seu resultado no primeiro trimestre DE 2011, fechando a temporada de balanços dos grandes bancos brasileiros. O maior banco do país lucrou R$ 2,9 bilhões nos três primeiros meses do ano, atrás do segundo colocado, o Itaú, que teve lucro de R$ 3,53 bilhões no período. O principal fator que impulsionou o aumento no lucro dos quatro maiores bancos do país -- BB, Itaú, Bradesco e Santander-- foi a continuidade do crescimento da carteira de crédito, que continua ainda muito pouco afetada pelas medidas do governo para frear o ritmo de expansão dos empréstimos, com objetivo de controlar o crescimento da inflação. Além da alta do crédito, a contínua queda da inadimplência também contribuiu para o bom resultado dos bancos. Mas a mudança de cenário no país, com a inflação mais alta neste ano e ameaçando fechar 2011 no teto da meta estipulada pelo governo, ameaça esse cenário.
ÁLCOOL TEM QUEDA RECORDE DURANTE A SEMANA - O álcool teve queda semanal recorde nos postos da cidade de São Paulo, mas essa desaceleração vai perder ritmo na próxima semana porque as usinas voltaram a reajustar os preços do combustível derivado da cana. Após ter caído 9% na semana passada, o álcool hidratado caiu mais 9,5% nesta, recuando para R$ 1,758 por litro, em média, nos postos de São Paulo. A forte queda do produto nas últimas semanas tornou o álcool mais competitivo do que a gasolina, fez o consumidor abastecer com o derivado da cana e provocou aumento de demanda. As usinas reajustaram os preços. O álcool hidratado foi negociado nesta semana a R$ 0,9855 por litro na porta das usinas, com alta de 1,81% em relação à semana anterior. Já o anidro, que começou a cair mais tarde do que o hidratado, voltou a ter forte recuo na semana: 14,4%.
PENSAMENTO NA APOSENTADORIA - Quem deseja manter uma remuneração de R$ 10 mil mensais durante a aposentadoria e pretende contar com a previdência oficial e um plano complementar, deve pensar em reservar entre R$ 700 e R$ 800 mensais de seu salário. Os cálculos consideram que o profissional opte pela aposentadoria por tempo de serviço e contribua com o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) por um período mínimo de 42 anos. Nos 84 meses que precedem a data planejada para o início da aposentadoria, ele deve elevar a contribuição ao máximo possível - que hoje é de R$ 405,84 - de acordo com a advogada especializada em direito previdenciário Maria José Giannella Cataldi. Ela ressalva, no entanto, que o plano não tem garantias de atingir a remuneração máxima da previdência social, que é de R$ 3.689,66. “É muito difícil aposentar-se com esse valor.” A remuneração da aposentadoria pelo INSS leva em conta a expectativa de vida da população, o tempo e o valor de contribuição. A advogada também comenta que o governo pode mudar regras e leis durante o período. Se considerado que o profissional consiga obter o teto, ele precisará de outros R$ 6.310,34 mensais para completar os R$ 10 mil pretendidos para a aposentadoria. O mercado oferece diversas opções de investimento para formação de poupança, das mais conservadoras, como previdência privada e fundos de renda fixa, às mais agressivas, como aplicação em ações. No caso da previdência privada, o profissional precisará economizar R$ 325,04 complementares ao INSS durante 35 anos, segundo Silvia Alambert, educadora financeira e diretora The MoneyCamp Brasil. O cálculo considera que o plano previdenciário renda 9% ao ano em média e desconta inflação média anual de 6% e Imposto de Renda. A consultora destaca, no entanto, que o investidor pode optar por modalidades mais rentáveis e obter o mesmo montante com aportes menores ou remuneração maior com o mesmo valor. O investimento em plano de previdência complementar também tem o benefício fiscal do imposto de renda, o que alavanca a acumulação do investimento.
SÃO PAULO NO RANKING DAS CIDADES COM BILIONÁRIOS - São Paulo é a sexta cidade com mais bilionários no mundo, superando cidades como Tóquio e Los Angeles, segundo a revista “Forbes”. De acordo com o levantamento, São Paulo tem 21 bilionários (como Antônio Ermírio de Moraes e Abilio Diniz), que, juntos, acumulam um patrimônio de US$ 85 bilhões --mais que o dobro de todos os bens e serviços produzidos no Uruguai no ano passado, por exemplo. Pelos critérios da revista, o Rio de Janeiro aparece a seguir, com três (entre eles Eike Batista, a pessoa mais rica do país), e Londres abriga dois bilionários brasileiros. No ano passado, São Paulo aparecia com 14 bilionários no ranking da “Forbes”, com uma fortuna somada de US$ 58 bilhões. Apesar da expansão de 45% no patrimônio de 2010 para cá, a cidade não é a líder na América Latina nesse critério. Mesmo contando com 12 bilionários menos que São Paulo, as pessoas mais ricas da Cidade do México têm uma fortuna de US$ 122 bilhões --mais da metade desse dinheiro vem do empresário Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, com US$ 74 bilhões. Já Rio, Santiago e Buenos Aires estão bem atrás. No total, 30 brasileiros apareceram na lista deste ano da “Forbes”, 12 a mais que em 2010, com patrimônio de US$ 131 bilhões.
SEM MAIS MEDIDAS PARA CONTROLAR O CONSUMO - O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta sexta-feira (20) acreditar não ser mais necessário aplicar outras medidas para conter o crescimento do consumo e do crédito no país. De acordo com o ministro, a inflação será mais controlada daqui para a frente, e o varejo, inclusive, já está sentindo o efeito das medidas. “Nós conversamos com o varejo, que acusa que em janeiro, fevereiro e março foi bem [as vendas]. Em abril e maio, começou a desacelerar. As medidas surtiram efeito, e acredito que não seja necessário outras medidas. Mas nós vamos observar, de modo que acho que a economia já caminha para um patamar mais moderado de crescimento e mais moderado de crédito”, afirmou o ministro. Mantega participou nesta sexta de uma reunião com o Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), representado por grandes varejistas do país, como a Telhanorte e o Pão de Açucar. De acordo com Mantega, nesta reunião, os empresários afirmaram sobre a desaceleração nas vendas. De acordo com Fernando de Castro, presidente do IDV, a desaceleração nas vendas começou entre abril e maio deste ano. “As vendas no Dia das Mães não foram tão altas quanto previsto”. Segundo o executivo, o ritmo de crescimento nesse período até agora ficou entre 1 e 1,5% abaixo do registrado há um ano. Com o recuo da demanda, o ministro acredita que a inflação irá perder força: “a pressão inflacionária está sendo desativada e, portanto, daqui para a frente, tende a diminuir. [...] Estamos tomando medidas desde o final do ano passado para moderar o crescimento do consumo e do crédito. As medidas estão fazendo efeito”, afirmou Mantega.
VIA VERDE SHOPPING – O maior investimento privado e gerador de empregos no nosso Estado, o Via Verde Shopping, está com data marcada para sua inauguração: 08 de novembro deste ano.
(*) Presidente do Conselho Regional de Economia do Estado do Acre, funcionário aposentado do Banco do Brasil, Professor Universitário e Coordenador de Projetos da LGR RIO BRANCO EMPREENDIMENTOS.
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