Rio Branco-Ac 19-Jun-2013 
HOME
EDITORIAL
NOTÍCIAS
SOCIEDADE
COLUNAS
CRÔNICAS
ARTIGOS
CONCURSOS
ESPECIAL
EDIÇÕES
EXPEDIENTE
WEBMAIL
CADERNO ESPECIAL
 
 
ESPECIAIS
especial_mulheresnotrafico_nov2010.jpg
orfaosdotransito2.jpg
especial4.jpg
especial2.jpg
especial3.jpg
banner_maepe1.jpg
banner_diatrabalhadorpeq.jpg
capa_filhosdaesperanca_peq2.jpg
acre_cooperativo_p.jpg
 
nomeiodafloresta_capap.jpg

Desenvolvendo a economia social
Senador Tião Viana apoia a 171 associações e cooperativas estimulando produção familiar

Grupo de médicos no Acre revoluciona os conceitos da saúde e dá lições de solidariedade no meio da floresta amazônica
Com Val Sales

Amazônia já vive seu ciclo econômico sustentável
Com Romerito Aquino

VEJA MAIS ESPECIAIS
 

~O rio é capaz de prover o sustento de toda humanidade, menos a sua ganância Imprimir E-mail
Escrito por Claudemir Mesquita - claudemirmesquita@yahoo.com.br   
08-Jul-2012

Os rios nos levam ao céu por entre seus veios como abrigo de um companheiro, pode acreditar! E Deus aprovará. São ambientes aquáticos que adubam e germinam o mundo em formação. Acenos que deveriam incessantemente brotar no terreno da face humana, diante dos limites do espelho da alma de cada ser humano. Deveríamos negritar o pensamento nas margens, onde navegam os homens, muitas vezes carregados de vaidades.

A razão pra te parar, não para. Ainda é surda e cega. Nem mesmo os sinais do teu esgoelar, a humanidade vê como sinal da tua aflição e medo.

artigo_080712_2.jpg
CLAUDEMIR Mesquita

Os desejos que não tenho, batem-me constantemente, como se dirigissem a noite da loucura do tempo, o limite das folhas caídas na hora de cair, sacia a sede do silêncio de um sono profundo, é como tatear os caminhos vazios, é dizer boa noite a ninguém.

Necessariamente, temos que quebrar a qualquer custo a dormência do tempo para chuva cair e florir a primavera dos anjos que viajam no leme da navegação da cultura do Rio Acre. Rio Acre, bem sabes que a floresta que regula tua água encontra-se vivendo no limite da vida. Esse limite é a nossa margem de segurança e a garantia do nosso consistente futuro.

Os rios, não são obras de outras lavouras, nem penas que não se sentem, embora não seja assim, mas, há tanta aflição em fios sem tecer, que me sinto cego de não ver. Presos nas celas da mente, os rios caminham anônimos como as noites que cabe tudo, e ainda serem o sangue que nunca ilude, nunca envelhece e nem desaparece.

Um canto mudo onde a moldura molda o mundo, porque os ambientes aquáticos e a água são os únicos cenários que inspira poesia. O balseiro e a balsa aqui escrita sobre as margens dos jardins noturno da paixão, para florir o novo, chega como silêncio fumegante. Entre a boca e o líquido há um espaço e percorrê-lo não compete ao desenho, muito do que não sei existe, sei do frescor do rio e não comento das pedras que não piso, estão lá pertencem a várzea parada morna.

Os rios onde navegam os homens, onde travo meu choro, onde se renova a esperança, onde busco peixes, são de lágrimas que se um dia for escavado pelo bico de um passarinho, chove gotas, enche lagos e transborda na imaginação de uma inocente criança.

É a insígnia de uma carícia vista da lente de um rio bebendo o arco-íris, que um dia ficou quieto nas lágrimas caídas das flores em plena primavera. Ainda vejo profundas marcas nas praias, cantos em vozes que desconheço. Conheço uma margarida amarela revelando o degrau das longas escadarias da sede.

artigo_080712_1.jpg

Rio Acre você é um ente da natureza que veio para tocar o sentimento de quem navega na arte, no requinte e na leveza da canoa de quem lê a existência em você, e utiliza no terreno da existência que existe para seguir adiante procurando pretexto em nome de salvação, mas sim, da metáfora que nunca fora escrita para multidão sair da escuridão.

Nas penas de outros bicos te vejo fazendo corredeira sem uma gota d’água e nem um vapor mutilado, agarro o tempo, mas ele passa célebre e nada detém o anoitecer. Escuta teu coração, ele também bate em meio à multidão, há verões sem lua e sem estrelas. Vou no tempo lembrando, vou no tempo voltando, sempre renovando.

* Professor e escritor

Comentarios (1)add
...
escrito por Andre , Julho 08, 2012
Esses artigos escritos com essa xaropada têm efeito contrário: afastam as pessoas do rio. Podiam ser menos xarope, né?
Escreva seu Comentario
smaller | bigger

busy
 

COLUNAS
Giro Geral
Na Tribo
Poronga
O Espírito da Coisa
Ponto-e-virgula
Vida Plena
TÃO ACRE
Arraial Alheio
Cinemarx
DOMINGO
Almanacre
Página Empreendedora
Miolo de Pote
Questão de Direito
Varal de Idéias
Papo de Índio
Conversa de Calçada
Papo simples de economia
Memórias da Floresta
Andando por ai
Amazônia mistica
OPINIÃO
 SUGESTÃO DE SITES
Taraucá da Hora
 SENADORES DO ACRE
Anibal Diniz
Jorge Viana
Sérgio Petecão
 DEPUTADOS FEDERAIS
Perpétua Almeida
Gladson Cameli
Flaviano Melo
Antônia Lucia
Henrique Afonso
Marcio Bittar
Siba Machado
Taumaturgo Lima

 SUGESTÃO DE BLOGS
BLOG DO MARCOS AFONSO

CONHEÇA UM POUCO DA CIDADE DE  RIO BRANCO

CAPA
capa2_090113_1.jpg

 

 
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação sem autorização.
© 1999-2008 Página 20 - Todos os direitos reservados.