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Depois de fazer uma homenagem ao ex-senador e ex-governador da Paraíba, Ronaldo Cunha Lima, falecido neste final de semana aos 76 anos, o senador Aníbal Diniz (PT) voltou a defender, em sessão plenária desta segunda-feira, 09, no Senado, a permanência do Rio Branco Futebol Clube na Série C do Campeonato Brasileiro e a repudiar a postura da juíza Ritaura Rodrigues, da 1ª Vara da Comarca de Campinha Grande na Paraíba.
O senador disse que está defendendo a justiça e desta vez, inspirado no exemplo do bom jurista, advogado, político e poeta que foi o paraibano, também de Campina Grande, Ronaldo Cunha Lima, que segundo ele “teve uma carreira brilhante”.
“As grandes causas tomam os grandes homens e faço dessa defesa do Rio Branco uma causa que precisa de justiça porque volto a reafirmar com nome e sobrenome que a juíza Ritaura Rodrigues está extrapolando sua competência, agindo de forma parcial em favor do Treze da Paraíba e por isso continuo mantendo o meu protesto”, disse Aníbal ao ser informado de Nota publicada pela Associação dos Magistrados da Paraíba em repúdio ao seu pronunciamento proferido contra a juíza na última sexta-feira (06).
Por suas palavras, o senador está indignado com a postura da juíza da Comarca de Campina Grande, na Paraíba, Ritaura Rodrigues Santana, sobre decisão liminar, que impede o time acreano de entrar em campo.
Na oportunidade, o senador fez questão de reafirmar suas críticas contra a juíza que, segundo ele, agiu inadequadamente quando decidiu sobre o caso envolvendo os times Rio Branco FC e Treze, em favor do time paraibano. “Essa juíza tem abusado de poder e precisa ser chamada atenção pelos órgãos reguladores da Justiça”, disse.
Para o senador Aníbal, futebol tem de ser disputado em campo e não em esferas jurídicas e dessa forma o Rio Branco Futebol Clube tem o direito legítimo de disputar o campeonato. “O Treze da Paraíba não conseguiu se classificar enquanto que o Rio Branco conquistou esse resultado e portando a vaga na Série C lhe pertence por direito” disse o senador que teve sua opinião apoiada pela também senadora, Ana Amélia (PP-RS), que, no momento presidia a mesa do Senado.
Da Assessoria
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